Café com gostinho de Colômbia

A singularidade dos terroir de cafés da Colômbia é tema da primeira Limited Edition da Nespresso de 2014. No total, são duas novas cápsulas, a Cauca e a Santander. A primeira, feita com grãos cultivados nas encostas das montanhas a sudoeste do país tem aromas frutados e de vinho, e grande suculência, com intensidade 6.

Novos blends com terroirs da Colômbia

Novos blends Cauca e Santander: terroirs da Colômbia só até o fim de maio

Já o Santander, vem de uma região mais seca e íngreme, a noroeste da Colômbia, onde os cafés crescem protegidos por altas árvores. Daí os grãos gerarem um café de intensidade 7, com notas de pão tostado e caramelo.

Cada pack com 10 cápsulas está à venda até fim de maio por R$ 25. Uma caixa especial com duas xícaras e dois pires decorados nas cores das cápsulas também pode ser encontrada nas lojas da  marca por R$ 125.

Minimalista, a nova máquina Nespresso chega com edição limitada na cor Blue Sky

Minimalista, a nova máquina Nespresso chega com edição limitada na cor Blue Sky

Outra novidade é a linha de máquinas Inissiam, com design mais minimalista, que chega por R$ 369, nas cores branco, preto, vermelho-rubi e, por tempo limitado, azul céu.

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Gisele no Dia das Mães da Vivara

E lá vem Gisele mais uma vez, linda, leve, loira e coberta de joias. É ela o rosto da nova campanha de Dia das Mães e Namorados da Vivara, que será lançada hoje à noite durante evento no restaurante Chez Oscar, em São Paulo.

Making off da nova campanha da Vivara, com Gisele Bündchen

Making of da nova campanha da Vivara, com Gisele Bündchen

Fazendo a linha mãe sensual, a top aparece com braceletes vazados, colares de pérolas caindo nas costas – no melhor estilo Jennifer Lawrence no Oscar – e brincões. Ao lado da filhota Vivian, Gisele fotografou em Nova York, sob a direção de arte do Giovanni Bianco. Confiram as imagens do making of.

As imagens foram feitas por Luigi & Daniele + Iango

As imagens foram feitas por Luigi & Daniele + Iango

A maquiagem ficou por conta de Virginia Young, cabelo de Luigi Murenu e styling de Patti Wilson

A maquiagem é de Virginia Young, cabelo de Luigi Murenu e styling de Patti Wilson

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Páscoa sem chocolate

As mamães que quiserem fugir do ovo de chocolate para comemorar a Páscoa com as crianças – ou mesmo aquelas que precisam achar uma alternativa para os filhos alérgicos – ganharam uma contribuição mais do que bem-vinda. A grife Enfance vestiu de coelhinho os 11 soft toys da coleção Les Amis e criou um kit com pegadas adesivas em formato de patinhas para ajudar na construção da caça ao tesouro.

Bichinhos da coleção Les Amis de Páscoa vêm com pegadas adesivas em formato de patinhas de coelho

Bichinhos da coleção Les Amis de Páscoa vêm com pegadas adesivas em formato de patinhas de coelho

Entre os personagens – cada qual com uma personalidade própria – estão o leão Nicholas, o elefante Alain, o hipopótamo Arthur e a porquinha Amélie. Cada bichinho sai R$ 220.

Mas para quem não abre mão mesmo do ovo, a marca fez parceria com a pâtisserie Pati Piva e oferecerá um pacote com ovo de chocolate ao leite com casca recheada de brigadeiro (150 g), por R$ 280, na loja virtual.

Quem não abre mão mesmo do ovo pode escolher o kit bichinho + ovo Pati Piva

Quem não abre mão mesmo do ovo pode escolher o kit bichinho + ovo Pati Piva

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Ovos-desejo nesta Páscoa

Com o preço dos ovos de Páscoa industrializados batendo facilmente a casa dos R$ 50, nunca me pareceu tão bom negócio optar por uma versão artesanal, com chocolate de qualidade. Pra ajudar na busca, aí vão algumas sugestões mais do que aprovadas pelo paladar e beleza:

Ovos com casca recheada de caramelo salgado, paçoca ou marzipã na Cau Chocolates

Ovos com casca recheada de caramelo salgado (minha atual perdição), paçoca ou marzipã na Cau Chocolates: R$ 44, 110 g. Foto: divulgação

Ovos da Confeitaria Dama: aposte na delicadeza dos com casca de minicookies e laranja cristalizada

Ovos da Confeitaria Dama: aposte na delicadeza dos com casca de minicookies (R$ 70, 350 g)e laranja cristalizada (R$ 85, 250 g). Foto: divulgação

Recheado pistache ou macadâmia, o ovo aberto da Tchocolath sai R$135 (480g)

Recheado pistache ou macadâmia, o ovo aberto da Tchocolath sai R$135 (480g). Foto: divulgação

O ovo da Chocolat du Jour faz uma escultura com frutas secas e chocolate meio amargo. R$ 339 (800g). Foto: divulgação

O ovo da Chocolat du Jour faz uma escultura com frutas secas e chocolate meio amargo. R$ 339 (800g). Foto: divulgação

Galinha recheada de nutella e pintinhos de chocolate branco, amargo e ao leite, da Sucrier: para formigões

Galinha recheada de Nutella e pintinhos de chocolate branco, amargo e ao leite, da Sucrier: para formigões. R$ 56 (170 g). Foto: divulgação

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Alice por Yayoi Kusama

Quem gosta do trabalho da artista japonesa Yayoi Kusama, que em 2012 estampou bolsas, roupas e vitrines da Louis Vuitton, tem duas novas chances de admirar suas bolinhas coloridas.

As bolinhas de Yayoi Kusama ilustram a psicodélica história de "Alice no País das Maravilhas"

As bolinhas de Yayoi Kusama ilustram a história de “Alice no País das Maravilhas”

A editora Globo acaba de lançar no Brasil uma edição do clássico “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll, com ilustrações psicodélicas assinadas por Yayoi. Juntamente ela que já chegou a declarar que era a versão moderna de Alice. Feito originalmente pela editora Penguin, no Reino Unido, o livro de 184 páginas tem tradução de Vanessa Barbara e custará R$ 59,90.

Lançada originalmente em inglês, a obra chega agora com versão em português

Lançada originalmente em inglês, a obra chega agora com versão em português

A segunda oportunidade acontece em maio, quando a exposição “Yayoi Kusama – Obsessão Infinita”, a primeira individual da artista no Brasil, chega a São Paulo. Com mais de 100 obras, a mostra será exibida no Instituto Tomie Ohtake depois de passar pelo Rio de Janeiro e Brasília.

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Uma forma divertida de deixar recados

Tornar a vida mais leve, das tarefas diárias às reuniões, broncas e mancadas alheias. É isso que propõe os blocos supercriativos da Paperia, uma papelaria virtual que nasceu com o propósito de produzir coisas bonitas para fazer as pessoas felizes. Precisa dizer mais para entender o encanto?

O resultado da empreitada pode ser visto em 10 versões de blocos de anotações que trazem formulários graciosos e engraçadinhos para você fazer sua lista de filmes e série preferidos, repassar um recado, dar um puxão de orelha delicado ou se lamentar formalmente alguma falta de atenção. Cada modelo vem com 50 folhas idênticas e custa de R$ 30 a R$ 35.

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Olha só a forma divertida de anotar as coisas mais chatas proposto pela Paperia

No site ainda dá pra encomendar cartões de aniversário, anúncios de mudanças, tags de vinhos outros convites e produtinhos de papelaria que podem ser personalizados. Mas quem quiser sair do virtual para o mundo real tem chance de conhecer o trabalho deles no Mercadinho Chic da Alameda Santos, 1347, em semanas alternadas de abril e maio.

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Quebrando as regras do champanhe

Não é preciso ser nenhum expert em champanhe para saber que ele deve ser bebido em taça tipo flûte, sem gelo e passando longe do decanter, para preservar ao máximo sua borbulha. Certo? Errado. Pelo menos é o que vem pregando, aos poucos, algumas das principais marcas produtoras.

Moët Ice Imperial: pra tomar com gelo

Moët Ice Imperial: feita especialmente pra ser tomada com gelo

Primeiro veio a Moët & Chandon, que aderiu à modinha há tempos instituída nas areias do sul da França de tomar champanhe com gelo, para aplacar o calor com estilo, e lançou a Moët Ice Imperial. Mais estruturada, a bebida foi desenvolvida especialmente para não ficar aguada com o derretimento do gelo e vem até mesmo com uma taça um pouco mais bojuda para que as pedras caibam.

Taça Baccarat

Uma das taça Baccarat usadas no almoço harmonizado com champanhe

Agora, durante um almoço realizado pela Veuve Clicquot, foram apresentadas duas novas propostas. A primeira é servir o champanhe em taças de vinho padrão, com fundo arredondado mesmo, quando ele for acompanhar refeições. A explicação para a licença é aproximar a bebida do vinho não frisante, tornando-o mais “sério” e denso para as harmonizações.

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Charlotte Duntze, da Veuve Clicquot, propondo decantar o champanhe

Seguindo essa mesma lógica, a segunda proposta apresentada é decantar o champanhe demi-sec pouco antes de servir, fazendo com que ele perca boa parte das borbulhas que equilibram o açúcar e assim pareça mais doce na hora de combinar com sobremesas, principalmente de frutas.

Apesar de estranho, confesso que tomar champanhe em taça de vinho já é algo que faço de vez em quando, quando falta flûte nas festinhas de casa (mas não é a mesma coisa). Mas sinceramente, não vejo muito propósito em quase transformar o champanhe em um vinho de sobremesa padrão. Os especialistas que se manifestem, mas, a meu ver, se não for para sentir as bolinhas fazendo cócegas na boca, porque abrir um champanhe, então?

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Cachaça também pode ser sofisticada

Que me perdoem aqueles que ainda torcem o nariz quando o assunto é cachaça, mas vocês estão muito por fora. Não tem nada mais delícia do que pontuar um happy hour com os amigos com uma branquinha de boa procedência. E olha que a tarefa tem se tornado das mais difíceis. Basta ver o tamanho da carta do restaurante Mocotó, do bar Filial ou do Empório Sagarana (para citar alguns).

Agora, pra ajudar a acabar de vez com o preconceito e provar que a nossa bebida mais típica pode fazer frente a outros destilados amplamente utilizados na coquetelaria, a Ypióca reuniu 11 craques da mixologia para criar drinques que fossem muito além da caipirinha. O resultado não poderia ser melhor.

Apresentação sofisticada do Marinha Cocktail, de Kennedy Nascimento, do Epice, e o "drink de evolução" de Jean Ponce, do D.O.M. e do Riviera Bar.  / Foto: divulgação

Apresentação sofisticada do Marinha Cocktail, de Kennedy Nascimento, do Epice, e o “drink de evolução” de Jean Ponce, do D.O.M. e do Riviera Bar. / Foto: divulgação

O mestre Derivan Ferreira, do bar Número, se inspirou no clássico “Iracema”, de José de Alencar, para fazer uma mistura com mel, cachaça, licor de gianduia, creme de leite e castanha de caju. Jean Ponce, do D.O.M e do bar Riviera, apostou em um “drink de evolução” (nunca tinha ouvido falar nisso) com Ypióca Ouro Reserva Especial, licor de caramelo, vermute, casca de limão e pó de beterraba.

Cajurita, criação de Rafael Mariachi, do Anexo São Bento e o Sour da Terrinha, do simpatisíssimmo Laércio Zulú, do La Maison Est Tombée / Foto: divulgação

Cajurita, criação de Rafael Mariachi, do Anexo São Bento e o Sour da Terrinha, do simpatisíssimmo Laércio Zulú, do La Maison Est Tombée / Foto: divulgação

Rafael Mariachi, do Anexo São Bento, valeu-se de cajuína, bitter de chocolate, limão, cachaça e flor de sal para criar o Cajurita, servido em taça Martini. E Laércio Zulú, o La Maison Est Tombée, fez um Sour da Terrinha com cachaça ouro, xarope de castanha-do-Brasil, limão galego, clara de ovo, bitter e farofa de castanha com urucum.

Até julho, todos as criações podem ser degustadas nos bares e restaurantes onde os respectivos bartenders trabalham (veja a lista completa), mas quem quiser já ir testando o drinque em casa encontra a receita do Sour da Terrinha no vídeo aqui em baixo.

Leia também:

- Happy hour saudável no The Gourmet Tea
- Chocolate com vinho

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10 programas imperdíveis para fazer em Punta del Este

Ir para Punta del Este nunca foi exatamente um desejo. Era mais uma vontade. Vontade de entender porque exatamente um balneário gelado no Uruguai atraía tanta gente. Na minha cabeça desavisada, devia ter muito a ver com cassino – que eu não vejo graça alguma –, mas qual não foi minha surpresa em descobrir que Punta vai muito, muito além disso. Com uma natureza ainda rústica, o lugar é perfeito para relaxar, aproveitar o silêncio ou o barulho do vento e se extasiar uma beleza difícil de descrever. Por isso fiz uma lista com o que mais curti, incluindo algumas dicas clássicas que ultrapassaram minhas expectativas e outras que fui descobrindo por lá mesmo.  Vocês verão que várias envolvem a simples contemplação (um luxo por si só). Aproveitem.

1- Tomar clericot vendo o pôr-do-sol que leva quase três horas para se por e a cada dez minutos adquire uma coloração diferente.

punta clericot

2- Almoçar na cabana La Huellas, em José Ignácio. Um dos lugares mais cools do pedaço. E isso não é citação de guia. É verdade.

punta huella

3- Admirar as dunas que separam a estrada do mar ao longo da costa e as diferentes colorações que o capim pode ter.

punta capim

4- Conhecer a Casa Pueblo (se puder se hospedar lá, melhor) e perder vários minutos admirando a beleza da construção de Carlos Páez Vilaró sobre o mar. Infelizmente, chegamos lá exatamente no dia do falecimento desse mestre.

punta casa

5- Fazer um almoço tardio na Fazenda Narbona e sair carregado de iogurte para o café da manhã.

punta fazenda

6- Apreciar a arquitetura surpreendente das casas ao longo da estrada que liga a Praia Brava e José Ignácio.

punta casa1

7- Brincar de montanha russa na ponte Leonel Vieira, que separa La Barra e Punta.

punta ponte

8- Agendar um almoço ou drink nos hotéis Fasano Las Pedras e Playa Vik.  Os lugares são incríveis, mas nem tente ir sem marcar hora.  Será viagem perdida.

punta -vik

9- Tomar muito sorvete de doce de leite Freddo pagando dois por um (uma promoção genial do Itaú que eu espero que dure muito tempo).

punta sorvete

10- Visitar a Fazenda Lapataia, onde se fabrica o melhor doce de leite do Uruguai, principalmente se você estiver com crianças. Mas prefira ir no fim do dia, quando as crianças podem ordenhar vacas e dar mamadeira aos filhotes.

punta lapataia

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Louça para enfeitar

Desde que estive na pousada Provence Cottage, em Monte Verde, tenho flertado com a ideia de montar uma coleção de pratos decorados na parede de casa. Pode soar meio coisa de casa de vó, mas é que tenho visto tantas louças lindas sendo lançadas – umas mais modernas, outras com carinha vintage ou autorais –, que estou achando um desperdício de beleza tê-las guardadas no armário.

Linha Transatlântica, de Bruno Jahara: a saladeira Cardinal custa R$ 290 e tigela Cereais, R$ 145

Linha Transatlântica, de Bruno Jahara: a saladeira Cardinal custa R$ 290

A mais recente novidade nesse quesito são as peças assinadas pelos designers Brunno Jahara e Beatriz Lammana, apresentadas na Galeria Nacional, um espaço que mistura arte e design, de diferentes segmentos, na rua Barão de Capanema, em São Paulo. As do Bruno, da linha Transatlântica, presta homenagem às antigas louças portuguesas, numa delicada releitura do estilo. Já as da Beatriz trazem o colorido de locais típicos do Rio de Janeiro na coleção Alma do Rio.

Pratos da coleção Alma do Rio, de Beatriz Lammana: R$ 155 o quadrado e R$ 88 o retangular

Pratos da coleção Alma do Rio, de Beatriz Lammana: R$ 155 o quadrado e R$ 88 o retangular, já esgotado na loja

As peças variam de R$ 290 (saladeira Transatlântica) a R$ 155 (prato quadrado com imagem do Cristo Redentor) e ajudam a discutir a tênue linha que separa a arte do design. Alguém se atreve?

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