Nostalgia modernizada no novo perfume da Lancôme

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A primeira reação que tive ao saber que o novo perfume da Lancôme, La Vie Est Belle, se apoiava em patchouli foi torcer o nariz. Aroma enjoativo, que me lembra armário velho e ripongas da Praça da República. Mas o mal-estar se foi com a primeira borrifada. E, desde então, ele se tornou meu novo perfume preferido (e de algumas pessoas queridas que me cercam também).

Notas de íris "gourmet" e flores de laranjeira e jasmim compõem a delicadeza da fragrância
Notas de íris “gourmet” e flores de laranjeira e jasmim compõem a delicadeza da nova fragrância da Lancôme

Com notas de flor de laranjeira, jasmim e íris, que dá aquele toque de talco de vó – nostalgia aromática -, sem exageros, é delicado e feminino sem ser excessivamente adocicado. Delicado e com um fixador poderoso, vai ganhando novas e deliciosas nuances ao longo do dia.

A embalagem, que evoca um sorriso e faz homenagem ao vidro da primeira fragrância da marca, vem até com um lencinho fofo. Mas, definitivamente, esse não é um perfume para ter apenas para fazer bonito na penteadeira.

Ah, e o patchouli? Nem sinal, até agora.

  1. Fabiana Novello

    Comprei esse perfume em uma viagem pra Lisboa. Era tanta propaganda que resolvi experimentar. Na primeira borrifada, nem achei tão interessante. Afinal, não dá pra sentir muito o cheiro naqueles papéis…Mas comprei mesmo assim. E é muito delicado mesmo. Delicioso. Um dos meus preferidos atualmente.

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