Novidades no mundo das cervejas

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Quem disse que inverno não é tempo de cerveja? Ainda mais com a profusão de novidades borbulhando nesse mercado, quem resolver hibernar no assunto durante os dias mais frios corre o risco de chegar no  verão altamente desatualizado. Até porque muita coisa pode ter simplesmente sumido do menu até lá.

A ver a cerveja sazonal CN5, criada colaborativamente por todos os funcionários da fábrica-bar Cervejaria Nacional para comemorar os cinco anos da casa localizada no bairro de Pinheiros. Com 5,5% de teor alcoólico, IBU 40 e coloração acobreada, esta American Pale Ale ainda traz um toque de acerola. Fruta adicionada ainda na fermentação. 

Foto: Divulgação
CN5, uma American Pale Ale com toque de acerola para celebrar os cinco anos da Cervejaria Nacional, em Pinheiros. Foto: Divulgação

 

No total foram preparados apenas 500 litros da bebida comemorativa, volume que deve durar do dia 22, quando será lançada, até 26 de maio. A degustação pode ser feita em pints de 330 ml (R$ 18) e 570 ml (R$ 27), com o sistema double válido nos happy hours. 

Foto: Ju Bianchi
Uma das cartas da Cervejaria Ideal, que muda a oferta semanalmente. Foto: Ju Bianchi

Na Cervejaria Ideal, na Pompeia, a oferta de cervejas varia a cada semana (às vezes menos, dependendo da procura e do estoque), o que gera a necessidade de passar pela casa quase regulamente. O sistema rotacional é uma ótima pedida para os novidadeiros, mas também costuma deixar muitas saudades quando se encontra uma paixão.

No meu caso, a Burgman Fumacê Madeira, uma American Wheat defumada, maturada em barris de madeira antes usados para envelhecimento de vinho, superácida e de baixa carbonatação. Verdade que mais lembrava uma boa e refrescante cidra normanda (esqueça a Cereser, ok. Estou falando de cidras de verdade) do que cerveja. Mas estava deliciosa.

Por fim, a semana marca o lançamento da Orí, uma cerveja produzida na Serra Gaúcha pelo empresário Adriano Longo e o mestre cervejeiro Bernardo Gava, que prioriza o uso de insumos orgânicos.

Os primeiros quatro estilos da marca a chegar ao mercado são a Witbier, que leva camomila, casca de laranja e coentro, a Session IPA, cheia de personalidade, a Extra Stout, com notas pronunciadas de café, e a Vienna, uma cerveja avermelhada e elegante, com leves notas tostadas e adocicadas que foi a minha preferida.

A promessa é que as cervejas da marca já possam ser encontradas a partir desse mês em empórios gourmet, restaurantes e bistrôs.

 

Quatro primeiros estilos da Orí, marca de cerveja artesanal lançada nesta semana. Foto: Ju Bianchi
Quatro primeiros estilos da Orí, marca de cerveja artesanal lançada nesta semana. Foto: Ju Bianchi

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