Ostra em casa

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Há algum tempo vem crescendo minha vontade de comer ostra, assim como o desejo de me jogar numa cadeira de praia e não sair da areia até o sol se por. Mas como isso está difícil de acontecer (por mais que não faltem convites da Alessandra Oliveira e do William Gonçalves, queridos), decidi dar um jeito pelo menos na primeira parte da história. Fim de semana passado recebi em casa, sem ter o menor trabalho, nada menos do que quatro dúzias de ostras fresquinhas, recém-chegadas de Santa Catarina.

Se a montanha não vai à praia, a praia vem até a montanha
Se a montanha não vai à praia, a praia vem até a montanha

O responsável pelo milagre foi o pessoal da fazenda marinha Ostravagante, que além de fornecer o molusco pra boa parte dos restaurantes de São Paulo, entre eles o Catarina, também faz entregas para gente como a gente. É claro que tem um mínimo, mas se você for como eu ou estiver planejando uma festinha, a cota é fácil de ser atingida.

A dúzia da ostra baby (a mais saborosa para comer crua, na minha opinião) sai R$ 22, enquanto a média e a grande (boa para fazer empanada), saem R$ 24 e R$ 26, respectivamente. E, melhor, dá para faturar o pagamento para 15 dias. De verdade, o único trabalho que você vai ter, será abrir as conchas.

Encerrados os trabalhos ao lado de uma cervejinha Três Lobos Exterminator, feita em MG com capim limão
Encerrados os trabalhos ao lado de uma cervejinha Três Lobos Exterminador, feita em Minas Gerais com capim  e trigo

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